quinta-feira, 22 de abril de 2010
Choro
sexta-feira, 16 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
12 de março - Dia do Bibliotecário
1. Porque todo estudante precisa um guia humano inteligente.
2. Porque os pesquisadores preferem livros.
3. Porque o universo de sites Web é um campo especial para profissionais
da catalogação.
4. Porque os bibliotecários sabem prover um acesso adequadamente
organizado a todo tipo de material digital.
5. Porque os bibliotecários sabem aproveitar as vantagens das novas
tecnologias da informação.
6. Porque os bibliotecários protege nosso direito ao acesso à informação.
7. Porque os bibliotecários de referência podem prover técnicas de
pesquisa eficientes para cada usuário.
8. Porque os bibliotecários podem ajudar a desenvolver o prazer da leitura
9. Porque os bibliotecários sabem a diferença entre o Google e a coleção
de referência da biblioteca
10. Porque os bibliotecários querem atender não apenas as necessidade de
leitura mas também as necessidades sociais dos usuários
11. Porque os bibliotecários são parte do que ha de melhor na sociedade
e eles podem propor novas idéias e soluções
12. Porque na inteligência artificial ainda não existem softwares de
empatia humana.
segunda-feira, 8 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Conselhos
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Como justificar a sua biblioteca
- NOSSA! Quantos livros! Já leu todos?
Antes, a constatação de Eco:
No início, eu achava que esta frase só fosse pronunciada por pessoas de escassa intimidade com o livro, acostumadas a ver apenas estantezinhas com cinco livros policiais e mais uma enciclopédia infantil em fascículos. Mas a experiência me ensinou que também é pronunciada pelas pessoas mais inesperadas. Pode-se dizer que se trata quase sempre de pessoas que concebem as estantes como mero depósito de livros lidos e não a biblioteca como instrumento de trabalho, mas isto não bastaria. Estou convencido de que, quando se vê diante de muitos livros, qualquer pessoa é tomada pela angústia do conhecimento, e fatalmente resvala para a pergunta que exprime seu tormento e seus remorsos.
Portanto, seguem as possíveis respostas à pergunta. Umas são retiradas da crônica do autor italiano e outras de minha lavra:
NOSSA! QUANTOS LIVROS! JÁ LEU TODOS?
- Não. Não li nenhum deles. Por que eu guardaria livros que já li?
- Sim. Li estes e muitos mais. Estes e MUITOS mais.
- Não. Estes são os da semana que vem.
- Claro que não. Esta é minha criação particular de traças.
- Na verdade, pretendo usá-los em uma fogueira.
- Livros? Que livros?
- Isto? É onde anoto o meu caixa 2.
- Claro que li. Cinco vezes cada um.
- Ei! Como isso veio parar aqui?
- Não soube? Estou alugando este cômodo para a Biblioteca Nacional.
- Claro que não li. Acaso não sabe que sou analfabeto?
- (Jogando os livros na visita) Eu só os uso para afastar estranhos.
- (Fazendo malabarismos) É que pretendo entrar para o circo com um número exótico.
- É o que minha filha usa para treinar a postura. Você sabe… ela coloca uma pilha de uma dessas coisas na cabeça e sai andando pela casa.
- Ler? Não. Eu uso isso para secar flores.
- São meramente decorativos, meu caro. Meramente decorativos.
- Ah! Estas coisas todas são livros? Não foi isso que me disseram…
- Não sei. Eles já estavam aí quando comprei a casa.
- Não. Não li. Ouvi. Eles já vem com mp3 embutido.
- Não. Não li. Escrevi todos.
- Na verdade, estes são os processos a que estou respondendo atualmente.
- Li um, mas como não tinha figurinhas desisti dos outros.
- Meu amigo… com internet quem precisa ler tudo isso?
- Claro que não li. Apenas abri um sebo.
- É que estou ajudando o Google a digitalizar obras.
- Não estou lendo. Estou atualizando a ortografia de todos eles.
- Não li e não lerei. Entrei para o ramo da reciclagem e todos estes aí vão virar papel higiênico.
- Não li. Apenas conferi se as páginas de todos eles estavam em ordem.
- Isto? É o material escolar do meu filho…
- É que, no Natal, minhas tias só me dão essas velharias.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Colocando os pingos nos is
Para se diferenciar do “u”. Segundo Duarte (Guia dos Curiosos, 2003, pág. 49), o pingo no “i” foi instituiído para diferenciar a sequência de dois “i” (o “ii”, muito frequente em latim) do “u” minúsculo, com o qual ela se confundia muito no alfabeto gótico adaptado muito em voga no final da Idade Média. Na verdade, o til, o apóstrofo e vários outros sinais foram propostos para evitar a confusão entre “ii” e “u” até que se definisse, no século XVI, pelo acréscimo de um ponto à vogal “i”. A partir de então, passamos a pôr os pingos nos “i” e a colaborar para o sucesso da Grafologia, uma técnica de reputação muito controvertida que parte do pressuposto de que há uma relação direta entre grafia e personalidade.
A ausência do pingo sobre o “i”, por exemplo, é interpretada como sinal de “distração” ou de “mente ausente” nos exames grafológicos tradicionais. Por outro lado, os que colocamos o pingo muito acima do “i” – sim, faço parte desta confraria – somos considerados “imaginativos”. E se você é daqueles que fazem o pingo como um círculo, de duas uma: ou você tem uma “personalidade artística” (seja lá o que isso signifique…), ou é muito afetado e pretensioso. Será?
domingo, 6 de dezembro de 2009
Cabine telefônica Biblioteca
domingo, 6 de setembro de 2009
domingo, 9 de agosto de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Biblioteca Ecológica
Com o objetivo de dar uma inspiração mais ecológica às velhas bibliotecas, o escritório de arquitetura alemão Greeen! Architectscriou a 'biblioesfera', uma construção sustentável que une cidade e universidade. O imenso globo, projetado em uma área de 28 mil metros quadrados, apresenta uma série de iniciativas para minimizar os impactos ambientais, a exemplo de ventilação natural, máximo uso da luz solar e o uso de recursos renováveis para a geração de energia.
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O projeto deve ser implementado no campus da Univerisdade de Duisburg-Essen, na Alemanha.
domingo, 19 de julho de 2009
Impermanências da Permanência
"Você me faz querer ser um homem melhor."
Citação do filme As Good As It Gets (Melhor Impossível - 1997)
sábado, 18 de julho de 2009
Sociedades Científicas
Ainda as Bibliotecas Britânicas
Acervo da biblioteca britânica disponível na internet
Plantão | Publicada em 13/07/2009 às 18h15m O Globo com informações do Jornal Hoje
RIO - A Biblioteca Britânica disponibilizou na internet (www.bl.uk/) um acervo gigante de livros, jornais, artigos. Não é à toa que o prédio, no centro de Londres, ficou conhecido como ''a catedral do conhecimento''.
A biblioteca britânica é a segunda maior do planeta só é menor do que a biblioteca do congresso americano. São nove andares num edifício do tamanho de quatro campos de futebol, três andares para cima e seis para baixo.
No subterrâneo, protegido de radiação, de umidade e de vandalismo, está guardado o tesouro que ocupa nada menos que 630 km de prateleiras, o equivalente a distância entre Salvador e Maceió.
Livros, mapas, jornais... Tudo catalogado, organizado, fácil de ser encontrado pelos bibliotecários que trabalham no acervo.
Os leitores escolhem os livros num menu, no computador. Os bibliotecários recebem o pedido na hora e enviam os livros para o andar de cima, por meio de um sistema mecânico. É a tecnologia transportando cultura.
São aproximadamente 150 milhões de fontes de informação. Imagina ter acesso a tudo isso instantaneamente e sem ter que viajar à Londres. Afinal, a segunda maior biblioteca do mundo está acessível pela internet.
De casa, do escritório, de qualquer canto do planeta, qualquer pessoa pode ler, pesquisar, aprender com esse gigantesco acervo.
Novidade é poder acessar agora também as 750 milhões de páginas dos 49 principais jornais britânicos publicados desde janeiro de 1800. Matérias, artigos, tudo o que a imprensa britânica contou nesses últimos dois séculos, na tela do computador.
Para pesquisas que dependem de download, ou seja, quando o leitor tem que baixar um arquivo ou mesmo imprimir algum documento, há um custo equivalente a R$ 25 e o acesso vale por 24 horas.
O responsável pela publicação na internet, Ed King, conta que todos os documentos foram microfilmados, assim podem ser acessados em segundos.
Por exemplo, a Independência do Brasil. A imprensa britânica publicou vários artigos em 1822. Outro assunto histórico que deu o que falar foi a abolição da escravatura, em 1888.
São apenas exemplos, diz o organizador do acervo digital. O conhecimento não tem limites e graças à internet, o acesso a esse tesouro cultural também se tornou ilimitado.
Biblioteca Britânica põe 200 anos de jornais na internet
Enquanto o fim da imprensa como a conhecemos é discutido, a Biblioteca Britânica une o analógico ao digital e inaugura na internet um acervo com 200 anos de jornais, mais de 2 milhões de páginas digitalizadas, para consulta pública. Porém, consultar esse arquivo não é gratuito.
A busca não custa nada, mas o número de 100 downloads em 24 horas custa US$ 11,40, enquanto 200 downloads por um período de sete dias valem US$ 16,30, numa espécie de "pay-per-view" dos jornais digitais.
"O serviço 'Pague o que usa' vai permitir a usuários de todo o Reino Unido que não queiram vir até nossas salas de leitura em Londres e Yorkshire um aprofundamento nesse inigualável recurso online", disse Simon Bell, da Biblioteca Britânica, ao site TechRadar UK.
O acervo, uma parceria entre a Biblioteca Britânica, Joint Information Systems e a Gale será uma fonte riquíssima e útil tanto para historiadores quanto para jornalistas e aqueles que estão à procura de seus ancestrais.
"Há um enorme interesse por um acesso mais amplo a esse tipo de recurso, que já é muito bem utilizado pela Readers na Biblioteca Britânica e por pessoas do Ensino Superior", explicou Bell ao site IT PRO.
O site "Britsh Newspapers 1800-1900" é simples, e sua abertura mostra uma caixa de busca básica, um destaque e uma linha do tempo interessante, que marca os principais momentos da história e, quando um fato é clicado, leva aos jornais da época que continham a notícia.
São dezenas de títulos diferentes, como o Examiner, o Daily News e o Birmingham Daily Post. Também é possível realizar uma busca de jornais de acordo com uma região do país.
Para acessá-lo, basta entrar no endereço newspapers.bl.uk/blcs. Os arquivos ilustrados The Graphic e The Penny são gratuitos para demonstração do serviço.
Britânico devolve livro à biblioteca com 46 anos de atraso

Relógio Mundial
domingo, 12 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
Casas Inusitadas
quinta-feira, 9 de julho de 2009
41º Festival de Inverno da UFMG em Diamantina
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Cidades Inovadoras
A Federação das Indústrias do Estado do Paraná convida para a palestra"Cidades Inovadoras 4.000 a .C. - 2.039 d.C.", | Data: 13/07 (segunda-feira) |
Marc Giget é formado pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e Doutor em Economia Internacional pelaEHESS/Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Giget criou, em 1973, o grupo de estudos sobre os problemas sociológicos, econômicos e estratégicos ligados às novas técnicas e, em 1983, foi responsável pela criação do grupo de pesquisa, de estudos e de consultoria em | estratégia, processo de inovação e desenvolvimento internacional. Em 1998, Marc Giget foi eleito Professor Titular da Cátedra de Economia, de Tecnologia e de Inovação do Conservatório Nacional de Artes e Ofícios de Paris (CNAM). Atualmente, a trajetória do palestrante também é marcada pela direção do Instituto Europeu de Estratégias Criativas e de Inovação, fundado por Giget em 2002. |
Vagas limitadas. Inscrições gratuitas pelo e-mail | |
Parque Municipal ganha Biblioteca Livre
| Parque Municipal ganha Biblioteca Livre |
Fonte: Estado de Minas, 03 de julho de 2009 |
domingo, 5 de julho de 2009
Sumiços - Martha Medeiros
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