Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de maio de 2011

Facebook - A rede social

Confesso que somente agora assiste ao filme Facebook, que até concorreu ao Oscar. O filme conta a história de Mark Zuckerberg, diretor-executivo e cofundador do site Facebook, é baseada no livro do jornalista Ben Mezrich, The Acidental Billionaires e não teve o apoio da rede de relacionamentos. É um retrato crítico da geração 2.0 que descobriu que, ao chegar a idade adulta, descobre que interação humana não é necessária para haver interatividade.

Mark ao levar o fora de uma namorada a difama na rede interna de Havard e cria um site de comparação das garotas da Faculdade. A partir daí, obtém sucesso e é procurado para fazer um novo site de relacionamentos, rouba a idéia, cria o The Facebook, passa a perna no amigo Eduardo e depois vão todos brigar nos tribunais.

O filme intercala momentos presentes e as cenas nos tribunais com diálogos rápidos e um trilha sonora tensa. Gera um bom resultado para refletirmos sobre esta nova situação das redes,
interatividade, desta nova geração nascida da Internet.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Biblioteca Ecológica

Com o objetivo de dar uma inspiração mais ecológica às velhas bibliotecas, o escritório de arquitetura alemão Greeen! Architectscriou a 'biblioesfera', uma construção sustentável que une cidade e universidade. O imenso globo, projetado em uma área de 28 mil metros quadrados, apresenta uma série de iniciativas para minimizar os impactos ambientais, a exemplo de ventilação natural, máximo uso da luz solar e o uso de recursos renováveis para a geração de energia.


Vista noturna da 'biblioesfera'

O projeto deve ser implementado no campus da Univerisdade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

Quando a 'biblioesfera' estiver completa, os idealizadores esperam obter um certificado de excelência pelobaixo consumo de energia, já que a expectativa é que o prédio utilize 50% menos energia que os edifícios comuns no país.

sábado, 18 de julho de 2009

Relógio Mundial

Fatos que acontecem pelo mundo contabilizados diariamente ou anualmente.
Um pouco chocante!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Cidades Inovadoras

Cidades Inovadoras com Marc Giget

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná convida para a palestra"Cidades Inovadoras 4.000 a .C. - 2.039 d.C.",
com Marc Giget.

Data: 13/07 (segunda-feira)
Horário: 9h
Local: Auditório da Unindus | CIETEP, Av. Comendador Franco 1341, Jardim Botânico | Curitiba / PR

Marc Giget é formado pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e Doutor em Economia Internacional pelaEHESS/Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Giget criou, em 1973, o grupo de estudos sobre os problemas sociológicos, econômicos e estratégicos ligados às novas técnicas e, em 1983, foi responsável pela criação do grupo de pesquisa, de estudos e de consultoria em

estratégia, processo de inovação e desenvolvimento internacional. Em 1998, Marc Giget foi eleito Professor Titular da Cátedra de Economia, de Tecnologia e de Inovação do Conservatório Nacional de Artes e Ofícios de Paris (CNAM). Atualmente, a trajetória do palestrante também é marcada pela direção do Instituto Europeu de Estratégias Criativas e de Inovação, fundado por Giget em 2002.

Vagas limitadas. Inscrições gratuitas pelo e-mail
fabiana.skrobot@fiepr.org.br ou pelo telefone (41) 3901-1873



quarta-feira, 10 de junho de 2009

Bing - Novo buscador da Microsoft

Neste mercado competitivo de search engines, a Microsoft após comprar a Yahoo lançou um novo buscador para tentar bater o Google. Em uma rápida avaliação, ainda fico com o Google, o Bing ficou a desejar, tanto na recuperação, quanto na relevância dos seus resultados. Uma curiosidade: digite "merda" no Bing e olhe o primeiro resultado. No comments. rsrsr



Confira em: www.bing.com.br

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O homem que inventou a internet

Enquanto o Brasil, um quê envergonhado, parou na última semana para lembrar o Ato Institucional de número 5, imposto pela Ditadura Militar, o Vale do Silício celebrava outro aniversário. Na mesma semana do AI-5, em 9 dedezembro de 1968, um cientista de 43 anos chamado Douglas Engelbart apresentou ao mundo, de uma só tacada, o mouse e a internet.Aquela apresentação, apelidada de 'a mãe de todas as apresentações', foi realizada na Universidade de Stanford para uma platéia de engenheiros dacomputação estupefatos. A ArpaNet, que viria a se transformar na internet, só seria inaugurada alguns meses depois e cientistas de todos os EUA estavam empolgados com a novidade. Aproveitando-se desta animação, Engelbart sepropôs a demonstrar os possíveis usos de uma rede de computadores comoaquela.O trabalho que ele apresentou não foi organizado de uma hora para outra. Ele e sua equipe de Stanford vinham pesquisando, com verbas da NASA e do Pentágono, desde 1963. O mouse é apenas uma das ferramentas que eles criaram e demonstraram em 68. ("Como esse instrumento lembra um ratinho", disse Engelbart naquele palco, "alguns de nós começamos a chamá-lo de mouse; talvez o nome cole".)A festa destes 40 anos se deu em Stanford, no mesmo palco em que a revolução teve início. Durante 4 horas, na tarde do último dia 9, a platéia pôde assistir ao vídeo da apresentação, a um debate com os sobreviventes da equipe de Engelbart, e a palestras.O filme é qualquer coisa de espetacular. O velho cientista tinha um telão às suas costas de maneira que o público podia ver o que ele fazia na tela.Alguns risos de fascínio podem ser entreouvidos quando ele apresenta o mouse. Seu monitor estava ligado em rede a um computador no outro lado dacidade. (Não custa lembrar: computadores contavam-se às dezenas no mundo.Vários monitores podiam ser ligados a um só computador, mil vezes menospoderoso do que um iPhone.) Após apresentar o mouse, como uma versão mais antiga de Steve Jobs apresentando seus novos produtos, o velho cientista pôs-se a navegar na tela clicando em links. Que ele chamou de links. E, a cada link, uma nova página era aberta com novos textos e novos links. A web foi criada apenas em 1989,mas já estava esboçada.Dotado de um rádio transmissor, enquanto apresentava as possibilidadesdaquela rede que estava para nascer, o cientista conversava com sua equipe,no laboratório, que a tudo acompanhava. Em um momento, ele faz mágica: faz aparecer uma janela no monitor e lá está o rosto, em movimento, de um de seus engenheiros. Eles começam a conversar: videoconferência. Skype em preto e branco no ano de 1968. Aquilo foi trapaça: embora o vídeo estivesse realmente no monitor de Engelbart, a transmissão não foi feita pela rede computacional mas sim pelo ar. Uma transmissão comum de TV. As duas novidades, ali, eram a possibilidade de digitalizar a transmissão de vídeo para que ele aparecesseno computador, e a demonstração de que, com mais banda e algum poder maior nos computadores, conversas por vídeo seriam possíveis.A tecnologia de digitalização que eles desenvolveram foi aproveitada alguns meses depois, pela NASA, para transmitir ao vivo, pelo mundo, a chegada do homem à Lua. O mais impressionante da mãe de todas as apresentações, não é isso. Naquela platéia, na festa de 40 anos, acompanhando o vídeo, depois os debates e palestras, estavam jovens cientistas da computação fascinados. Engelbart não possibilitou apenas uma transmissão ao vivo da Lua ou apresentou o mouse ao mundo. Fez muito mais do que isso: imaginou a internet e, ao imaginar, guiou por décadas o seu desenvolvimento.O velhinho se levantou, a um dado momento. Está com 83 anos. O auditório inteiro se pôs de pé para aplaudi-lo por alguns minutos. Uma ovação de reconhecimento que encheu-lhe os olhos de lágrimas. Muito pouca gente ouviu falar do nome de Doug Engelbart. Nestes 40 anos de sua cria, é hora de mudar isso.
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 15/12/2008

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Especialista pede a morte do Google



John C. Dvorak, editor e colunista da revista americana de tecnologia PC Magazine, enumerou razões pelas quais o Google deve "morrer".


Em
artigo polêmico intitulado "O Google tem que morrer", o especialista classifica a companhia como "porcaria" e cita a "inabilidade" de buscadores para identificar corretamente os sites e o "excesso de informação insuficiente" disponível nas buscas.
A sugestão de Dvorak é "repensar a organização básica da própria internet"


Leia o texto de Dvorak na íntegra:"Chama-se SEO (Otimização para Sistema de Buscas, na sigla em inglês) e é basicamente o único assunto que o pessoal que trabalha em sites da internet se dispõe a discutir atualmente. Você pode achar que se trata de achar maneiras de enganar os sites de busca (o Google, principalmente), fazendo-os atribuir rankings mais altos do que o normal para determinados sites. No entanto, a discussão aqui gira em torno da idéia de que o Google é uma porcaria tão grande que as companhias acham que precisam usar a SEO para garantir os resultados que elas supostamente merecem.Ao reverter os processos de operação do Google, os especialistas em SEO podem ver como as buscas funcionam. Da perspectiva do usuário, tão logo você descobre como o Google faz o que faz, é um verdadeiro milagre que consigamos obter os resultados corretos. E, falando por experiência própria, os resultados corretos são, sob muitas circunstâncias, praticamente impossíveis de serem obtidos – e talvez nunca sejam num futuro bem próximo.Vamos dar uma olhada nos problemas que foram surgindo ao longo dos últimos anos.Inabilidade para identificar corretamente os sites. Todos os sites de busca têm esse mau hábito, mas às vezes ele se torna visível. É de se esperar que, se eu estiver procurando por algo relacionado a Art Jenkins, e Art Jenkins tiver um site chamado Artjenkins.com, ele seja o primeiro a ser listado pelos sites de busca, certo? Normalmente, porém, essa página não é listada em lugar nenhum.Muito comércio, informação insuficiente. Parece haver uma crença, no Google principalmente, de que você se conecta à internet exclusivamente porque quer comprar alguma coisa. Pessoas procurando somente informações são uma inconveniência. Isso fica bastante claro toda vez que você tenta encontrar alguma informação sobre produtos populares: tudo que se encontra são sites tentando vender o tal produto. Lanço aqui um desafio: peça ao Google que ache um site que compare honestamente os planos das operadoras de telefonia celular e que te diga claramente qual deles é o mais vantajoso. Tente! Aparecerão centenas de sites com comparações fajutas promovendo apenas o plano que eles estão vendendo. O que é particularmente ruim nisso tudo é que os poucos sites honestos que oferecem informações sem lançar mão do SEO e de todos os outros truques necessários para se chamar a atenção vão aos poucos sendo obrigados a fechar. Ninguém consegue encontrá-los! O usuário deveria ser sempre direcionado ao melhor site, não a um site popular, mas medíocre. Essa é a pior falha do sistema de rankings.Sites “estacionados”. Já aconteceu de você estar procurando alguma coisa e de repente achar o que parecia ser o site perfeito, ali nos primeiros resultados do Google? Aí, feliz da vida, você clique no link, mas é direcionado para algum daqueles sites fajutos, “estacionados”, cujo nome de domínio foi adquirido por alguém que o entupiu de links para outros sites, na esperança de atrair alguns acessos aleatórios pelos quais será pago 10 centavos cada? Como é possível que o sistema de rankings – se é que ele funciona – garante a sites deste tipo uma boa colocação nos resultados?Resultados da busca que não se repetem. Já fez uma busca e, uma semana depois, a fez novamente e os resultados foram completamente diferentes? No fim, teve que usar o histórico de buscas na esperança de encontrar aqueles primeiros resultados? Será possível que as coisas mudem tão drasticamente de um dia para o outro que os resultados possam variar de forma tão extrema semanalmente? A ocorrência de resultados estranhos se agrava ainda mais quando você faz as buscas logado ao Google. Eles são customizados pra você de alguma forma? De quê forma?Os resultados das buscas são absurdamente diferentes quando você está logado ao Google, mas sem que haja qualquer benefício aparente. Não é difícil duas pessoas estarem ao telefone, discutindo sobre qualquer assunto, e de repente tentem achar alguma coisa online. A conversa pode ser mais ou menos assim: “Veja, achei. Digite no campo de buscas ‘ABCD Fix’ e estará lá no quarto resultado entre os listados.” “Não estou vendo. O quarto na verdade se refere a uma empresa que vende comprimidos.” “Você digitou ‘ABCD Fix’, certo?” “Sim, claro.” A conversa dura ainda alguns minutos, até que um dos interlocutores descobre que está logado ao Google.A solução para toda essa bagunça, que aos poucos vai se tornando pior e pior, é “refinar” os resultados das buscas, ainda que sem inviabilizá-las. O Yahoo! oferecia uma idéia legal na época que o seu sistema de buscas era, na realidade, um diretório com segmentos “controlados” por comunidades de experts.


Essas pessoas eram responsáveis por isolar os melhores sites de cada categoria, coisa que o Google nunca foi capaz de fazer. A base da política de rankings do Google foi colocar no mesmo nível de importância a popularidade e a qualidade dos sites, mas quando os experts em SEO começaram a agir, a estratégia mostrou que não poderia mesmo funcionar.Teremos que continuar sofrendo enquanto nada melhor surja na rede, mas há pelo menos uma ferramenta crucial que poderia ser facilmente implementada: as notificações de usuário. Os sites “estacionados”, por exemplo, poderiam ser notificados, da mesma forma que você notifica spams num fórum de mensagens ou posts descontextualizados numa lista de discussão.


O risco aqui é que hordas de anormais tentando fechar um determinado site comecem a inundar o Google com notificações falsas – e, nesse caso, manter um mínimo de integridade acabaria sendo difícil. Pessoas com interesses escusos infelizmente já se infiltraram em outros ambientes mais ou menos controlados, como a Wikipedia. Por sinal, um grupo promovendo a urgência de políticas contra o aquecimento global infestou de tal maneira a Wikipedia que qualquer postagem com dados ou opiniões contrárias a ela simplesmente não é publicada, não importando qual seu teor ou relevância.Uma sugestão que tem aparecido por aí envolve a rede semântica, que, inclusive, antecipa alguns potenciais truques da SEO – mas que, por outro lado, exige um determinado nível de honestidade que jamais poderia ser mantido. Eu sugiro repensar a organização básica da própria internet, usando o mesmo conceito do Google News. Em outras palavras: compartimentar completamente a rede, “rotulando” os diversos sites. Assim, seríamos capazes de empreender buscas limitadas a determinados segmentos e também optar por eliminar sites comerciais que carreguem informações tendenciosas.Por falar em opções, houve inúmeras tentativas ao longo dos anos de se criar um mecanismo avançado de busca que avaliasse as opções do usuário através de uma rede de perguntas e respostas operada por Inteligência Artificial. É de se imaginar que tal idéia pudesse ter ido muito mais longe do que de fato foi. De qualquer maneira, devemos torcer para que alguém surja com alguma coisa que funcione melhor do que o que temos hoje à nossa disposição. Pois a situação está se deteriorando rápido demais."


Fonte: Adnews

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Notebook de bambu!

O notebook revestido de bambu da Asus deverá chegar no mercado brasileiro até o começo de 2009. Com uma definição de "equipamento verde", o Asus Série Bambu (ou Asus EcoBook) terá duas versões: a primeira virá em maior quantidade e terá tela de 12,1 polegadas e pesará 1,57 kg. A segunda será mais leve e possuirá tela menor, com 11,1 polegadas e peso de 1,25 kg. Ambos terão processador Inter Core 2 Duo.A configuração mais potente, como já anunciamos por aqui, terá 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB.a Asus ressalta como principal diferencial a superioridade da bateria "Super Hybrid Engine", que promete vida útil entre 35% e 70% maior que as convencionais.As vendas do gadget começarão entre o fim deste ano e o início de 2009, quando chegam ao varejo brasileiro. O preço ainda não foi divulgado.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Dia Nacional do Rádio

Aos 86, rádio explora era digital

Hoje se comemora o "Dia Nacional do Rádio" no Brasil. Lá se vão 86 anos desde a primeira transmissão radiofônica, realizada em 22 de setembro de 1922, para divulgar a Independência brasileira. O dia 25 de setembro foi escolhido em homenagem ao fundador do meio no país: Edgar Roquette Pinto, cujo nascimento se dá na mesma data.Do alto da maturidade de quem já viveu tantos anos, o rádio festeja aniversário em pleno ambiente digital. Longe dos parcos recursos com os quais se realizou a transmissão pioneira, a nova era traz conceitos como rádio online, digital, móvel, e podcasts (áudio transmitido pela internet).


Mas o processo de evolução não foi rápido assim. Antes do digital, o rádio teve de enfrentar previsões apocalípticas que questionavam sua capacidade de sobrevivência frente ao lançamento da TV, em 1950. O simples fato de completar 86 anos é a prova de, pelo menoos em termos de comunicação, previsões deste tipo não costumam acertar em cheio.A Web revoluciona.

Décadas seguintes, a chegada da internet concretizou o panorama digital, já antes rascunhado. Termos como "convergência de mídias", "integração" e "interatividade" preencheram o vocabulário daqueles que consomem e lidam com comunicação. E a exemplo da época em que a TV foi a grande novidade, o rádio se mostra adaptado para fisgar atenção do ouvinte cada vez mais multimídia e atarefado.

A programação por satélite é um dos exemplos. Permite variedade de conteúdo e maior alcance das estações. Mais de 100 canais podem ser sintonizados mediante pagamento de taxa mensal e o ouvinte pode se libertar de comerciais indesejados . Nos EUA, o modelo existe desde 2001 e o mercado é dominado por duas emissoras: XM Radio e Sirius."A digitalização ainda vai avançar muito no Brasil e no resto do mundo e é importante saber aproveitar a internet nesta nova fase, diz Paulo Mai, publicitário e radialista há 32 anos e apresentador do programa Jazz Masters, da rádio Eldorado.Para ele, o desafio desta nova fase é agregar cada vez mais conteúdo para o ouvinte. "Não poder apenas mais uma fonte ou um simples tocador de música. Ser humano quer ouvir ser humano e o rádio devecontinuar sendo o parceiro de sempre", declara. Nesta linha, o conteúdo personalizado tem sido uma das apostas. De três anos para cá, anunciantes têm gostado da idéia de misturar marca à programação na busca por serviço diferenciada. Oi FM, Mistubihi FM e SulAmérica Trânsito são exemplos recorrentes. "É uma rádio como outra qualquer e o conteúdo customizado é um caminho sem volta”, afirmava o sócio e vice-presidente da Africa, Luiz Fernando Vieira, ao lançar campanha para a Mitsubishi.

Entretanto, segundo Mai, os investimentos na digitalização do meio ainda são insuficientes. Ele considera que as emissoras devem se concentrar mais nas possibilidades digitais. "As rádios precisam apostar para produzir mais e melhor".

Marcelo Gripa - Adnews

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Para digitalizar LPs

E começou a rodar no mercado europeu mais um aparelho para converter o conteúdo dos velhos bolachões em música digital. O gravador Ion LP 2 Flash permite gravar discos de vinil diretamente para formatos digitais, sem a necessidade de um computador. Aliás, ele tem uma aparência muito semelhante a um toca-discos convencional. E pode ser conectado também a toca-fitas. O conteúdo é passado para um dispositivo USB ou um cartão, a escolher. Só precisa ter a paciência de tocar todo o LP. O que pode ser um bom revival.
Ah, o aparelho está sendo vendido por US$ 228. Só na Europa, por agora.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Biblioteca de Bolso


Bibliotecas entram na era do iPod - Pode ter chegado a hora de tirar da gaveta aquele velho cartão de biblioteca. Na esperança de atrair leitores, as bibliotecas expandiram imensamente suas listas de livros, música e filmes em formato digital que podem ser baixados pelos seus freqüentadores para computadores ou aparelhos de MP3.
E tudo isso a custo zero, o quedifere, por exemplo, do conteúdo baixado no iTunes, da Apple, ou naAmazon.com. Em Phoenix, por exemplo, as bibliotecas da cidade se uniram e criaram uma biblioteca digital que no momento tem cerca de 50 mil títulos delivros eletrônicos, audiobooks, música e vídeos que podem ser "retirados" de qualquer lugar. Assim que os usuários os descobrem, diz Tom Gemberling, bibliotecário de recursos eletrônicos da Biblioteca Pública de Phoenix, o programa muitas vezes se prova imensamente popular.
Não muito tempo atrás, Gemberling visitou uma área de trailers local para conversar sobre o programa com 100 idosos que regularmente viajamem seus trailers e casas móveis. "Eles estavam aplaudindo e celebrando, no final", afirmou o bibliotecário. "Estavam muito animados. Costumam viver em suas casas móveis e, por isso, podem estar na estrada em qualquer parte, e bastaque liguem o computador e se conectem ao catálogo da biblioteca pública de Phoenix para baixar um livro e ouvi-lo enquanto percorrem as estradas". Disponíveis em milhares de bibliotecas dos Estados Unidos, os programas funcionam assim: primeiro, é preciso um cartão de biblioteca e acesso à Web, e alguns softwares que podem ser baixados facilmente - Adobe Digital Editions, Mobipocket Reader ou OverDrive Media Console.Depois disso, basta visitar o site da biblioteca, selecionar alguns títulos, acrescentá-los à sacola digital de livros e apertar o botão dedownload. Caso o título não esteja disponível, o nome pode ser arquivado para futuro download. De acordo com a biblioteca e o título, o item continua no computador por entre uma e três semanas antes de desaparecer, o que significa que o usuário não tem o trabalho de devolver o livro, CD ou DVD à biblioteca.


Fonte: Estadão 08/08/2008

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Escrever com o Google Earth

Já havia imaginado ver os edifícios do alto e visualizar letras do alfabeto?
Pois é, esta é a última novidade do Google Earth.

Confira o link: http://www.geogreeting.com/view.html?yknyBosUoCmBoFoBUmywUonspsmsyCaU

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Google de bolso?



O Gphone, aparelho portátil desenvolvido nos moldes do iPhone e também desenvolvido pela Google, não será mais lançado no início do segundo semestre, como a empresa havia anunciado. A novidade deve chegar no mercado nos meados de dezembro, segundo o portal Times Online. O novo aparelho possui um sistema operacional batizado de Android e o Google espera aumentar sua receita com publicidade na internet, já que com o Gphone os usuários acessarão a rede via telefone.

Redação Adnews

quinta-feira, 19 de junho de 2008

O Mundaneum, do bibliotecário, Paulo Otlet, visionário da Internet

Museu belga revela internet de papel do início do século 20 - O Mundaneum abriga um imenso catálogo criado por Paul Otlet, visionário da web e das redes sociais online

The New York Times

MONS, Bélgica - Em uma tarde de segunda-feira nublada, essa cidade medieval parece um local esquecido. Além da catedral gótica obrigatória, não há muito para ver aqui, exceto um pequeno museu de fachada de pedra chamado Mundaneum, escondido em uma rua estreita em um dos cantos da cidade. Parece uma casa apropriadamente antiga para o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.

Em 1934, Otlet fez planos para uma rede global de computadores (ou "telescópios elétricos", como ele os chamava) que possibilitaria que pessoas buscassem por milhões de documentos interligados, imagens, áudios e arquivos de vídeo. Ele descreveu como as pessoas usariam os dispositivos para mandar mensagens, compartilhar arquivos e até formar redes sociais online. Ele chamou a coisa toda de "reseau", que pode ser traduzido como rede ou web.

Historiadores normalmente traçam as origens da World Wide Web (w.w.w., ou internet) através de uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart and Ted Nelson. Entretanto, mais de meio século antes de Tim Berners-Lee lançar o primeiro navegador de internet em 1991, Otlet descreveu um mundo conectado onde "qualquer um em sua cadeira seria capaz de contemplar toda criação."

Embora a protoweb de Otlet se baseassem em uma junção de tecnologias analógicas, como cartões de indexação e máquinas de telegrafia, ela antecipou, de qualquer forma, a estrutura "hiperlinkada" da web de hoje.

"Essa foi uma versão Steampunk do hipertexto", disse Kevin Kelly, ex editor da Wired, que está escrevendo um livro sobre o futuro da tecnologia.

A versão de Otlet dependia da idéia de uma máquina que juntasse os documentos usando links simbólicos. Embora essa noção pareça óbvia hoje em dia, em 1934 ela marcou um grande avanço conceitual. "O hiperlink é uma das invenções menos valorizadas do século passado", disse Kelly. "Ela vai se juntar ao rádio, no panteão das grandes invenções."

Hoje em dia, Otlet e seu trabalho foram largamente esquecidos, até mesmo em sua terra nativa, a Bélgica. Embora Otlet tenha tido fama considerável durante sua vida, seu legado caiu vítima de uma série de acontecimentos históricos - entre os quais, a invasão nazista ao país, que destruiu boa parte do trabalho de sua vida.

Mas em anos recentes, um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a reputação de Otlet, republicando parte de seus escritos e angariando fundos para estabelecer o museu e arquivo em Mons.

Os curadores do museu Mundaneum, que celebra seu décimo aniversário na quinta-feira, 19, planejam publicar parte da coleção original na web moderna. Essa comemoração não vai ser só uma reivindicação póstuma por Otlet, mas também vai providenciar uma oportunidade de fazer uma reavaliação de seu lugar na história da web. Foi o Mundaneum apenas uma curiosidade histórica - um caminho tecnológico não seguido - ou sua visão pode fornecer esclarecimentos sobre a web como a conhecemos?

Em 1895, Otley conheceu um futuro ganhador do Nobel com quem tinha muito em comum: Henri La Fontaine, que se juntou a ele no plano de criar uma grande bibliografia de todo o conhecimento publicado no mundo.

Para 1895, tal projeto marcou um ato de arrogância intelectual colossal. Os dois homens começaram a coletar dados de todos os livros já publicados, juntamente com uma vasta coleção de revistas e artigos de jornal, fotografias, pôsteres e todo tipo de texto perecível - como panfletos - que as bibliotecas normalmente ignoram. Usando cartões de índice de 7 por 12 centímetros (o que havia de mais avançado na tecnologia de armazenamento), eles criaram um vasto banco de dados com mais de 12 milhões de entradas individuais.

Otlet e LaFontaine procuraram apoio para seu projeto com o governo belga, propondo a construção de uma "cidade do conhecimento", que aumentaria as chances do país se tornar sede da Liga das Nações. O governo forneceu espaço em um prédio público para o projeto, onde Otlet expandiu a operação. Ele contratou mais gente e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que permitia que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, mandasse uma busca por correio ou telégrafo - algo como um mecanismo de busca atual. Pedidos chegaram de todo o mundo, mais de 1.500 por ano, sobre diversos tópicos, de bumerangues às finanças da Bulgária.

Com a evolução do Mundaneum, ele começou a sobrecarregar o espaço com o enorme volume de papel. Otlet começou a buscar por idéias de novas tecnologias para o manejamento da sobrecarga de informação. Em um certo ponto, ele sugeriu uma espécie de computador de papel, manipulado com rodas e raios que moveriam os documentos na superfície de uma mesa. Eventualmente, entretanto, Otlet chegou à resposta final, que envolvia descartar todo papel.

Como não existia algo como armazenamento de dados eletrônicos em 1920, Otlet tinha que inventar a resposta. Ele começou a escrever diversos documentos sobre a possibilidade do armazenamento eletrônico, culminando com o livro de 1934, Monde, no qual ele expôs sua visão de um "cérebro mecânico coletivo" que abrigasse toda a informação do mundo, acessível instantaneamente em uma rede global de informação.

Tragicamente, bem quando a visão de Otlet começou a se cristalizar, o Mundaneum entrou em uma fase difícil. Em 1934, o governo belga perdeu o interesse no projeto, após a oferta de o país para ser sede da Liga das Nações ser recusada. Otlet teve que mover o arquivo para um local menor e, após dificuldades financeiras, teve que fechá-lo ao público.

Um bom número de funcionários continuou trabalhando no projeto, mas o sonho terminou quando o nazistas marcharam pela Bélgica em 1939. Os alemães esvaziaram o local original do Mundaneum para dar espaço para uma exibição de arte do Terceiro Reich, destruindo milhares de caixas cheias de cartões. Otlet morreu em 1944, falido e esquecido.

Depois da morte de Otlet, o que sobreviveu do Mundaneum original ficou para existir na obscuridade em um velho prédio da Universidade Livre em Parc Leopold até 1968, quando um jovem estudante da graduação chamado W. Boyd Rayward começou a seguir a trilha de papel.Tendo lido parte do trabalho de Otlet, ele viajou ao escritório abandonado de Bruxelas, onde descobriu um quarto, como um mausoléu, cheio de livros e papéis com teias de aranha.

Rayward ajudou, desde então, no ressurgimento do interesse no trabalho de Otlet, um movimento que por fim angariou atenção suficiente para conseguir desenvolver o museu em Mons.

Hoje em dia, o novo Mundaneum revela interessantes relances de como a web poderia ter sido. Longas filas de gavestas de catálogos contêm milhões dos cartões de índice de Otlet, apontando o caminho para o grande arquivo que contém todos os artefatos. Uma equipe de biblioteconomistas conseguiu catalogar apenas 10% da coleção até agora.

O arquivo revela tanto as limitações como o potencial da visão original de Otlet. Ele imaginou uma equipe de profissionais que analisassem cada peça de informação que chegasse, uma filosofia que vai contra a idéia básica da web.

"Eu penso que Otlet teria se sentido perdido com a internet", disse seu biógrafo, Francoise Levie. Até com um pequeno exército de profissionais, o Mundaneum original jamais poderia acomodar o volume de informação produzida hoje na web.

Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto de Otlet tinha algumas vantagens importantes com relação à web de hoje. Primeiro, ele viu um tipo mais inteligente de hiperlink. Enquanto links na web servem como um tipo de ligação muda entre dois documentos, Otlet vislumbrou links que carregavam significado anotando, por exemplo, se os documentos concordavam ou discordavam entre si.

Otlet também viu possibilidades de redes sociais, que deixassem os usuários "participarem, aplaudirem, criticarem."

Enquanto ele provavelmente fosse ficar confuso com o ambiente do Facebook ou do MySpace, Otlet viu alguns dos aspectos mais produtivos das redes sociais - a habilidade de trocar mensagens, participar em discussões e trabalhar coletivamente para recollher e organizar documentos.

Os curadores do Mundaneum de hoje esperam que o museu não termine da mesma maneira que seu precursor. Embora o projeto sempre atraia financiamento, ele batalha para atrair visitantes.

"O problema é que ninguém conhece a história do Mundaneum", disse sua arquivista, Stephanie Manfroid. "As pessoas não se interessam necessariamente por ver um arquivo. É como, você preferiria ver o último Star Wars ou ir a um catálogo gigante?"

Batalhando para ampliar seu apelo, o museu abriga regularmente exposições de pôsteres, fotografias e arte contemporânea. E enquanto apenas um pequeno número dos turistas cheguem ao pequeno museu em Mons, a cidade ainda pode encontrar seu lugar no mapa histórico da tecnologia. Ainda este ano, uma corporação pretende abrir um centro de dados na cidade: Google.
Fonte: NYTimes
Outras informações: http://www.mundaneum.be/
P.S.: Otlet era bibliotecário, Pioneiro da Gestão da Informação, foi o co-criador do Instituto Internacional de Bibliografia, que tinha o objetivo de organizar as diferentes fontes de investigação científica e fornecer informação para a recuperação em qualquer documento publicado mundialmente.

terça-feira, 17 de junho de 2008

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Mal do Wi-fi?

A biblioteca de Sainte-Geneviève, em Paris, decidiu desativar de modo permanente o seu sistema de internet sem fio, após a denúncia de "violentos sintomas de mal-estar" por parte de um funcionário, atribuídos por ele à constante exposição aos campos magnéticos do local. Esta é a quinta biblioteca francesa a desativar o sistema sem fio desde dezembro, quando o jornal "Le Monde" apontou o "mal do Wi-Fi": vertigem, náusea, insônia, dor de cabeça e dores musculares, supostamente causadas por esse sistema comunicação.

Na biblioteca de Sainte-Geneviève, no bairro Place du Pantheon, a direção encerrou o sistema após uma petição dos funcionários e convocou "para o mais breve possível" um Comitê de Higiene e Segurança com a presença do Inspetor de Higiene e Segurança do Ministério da Educação Superior e da Pesquisa, uma vez que o local pertence à Universidade Paris 3. Os delegados do sindicato de funcionários públicos (Supap), que solicitou o cancelamento do Wi-Fi nas bibliotecas parisienses há algumas semanas, se reunirão em breve com a assessora da prefeitura Maité Errecart para discutir a situação.Diante da falta de dados científicos nessa área, o Ministério da Saúde solicitou à Agência Francesa de Segurança Sanitária do Ambiente de Trabalho (Afsset) um relatório sobre os efeitos dos campos Wi-Fi sobre a saúde e do uso de telefones celulares por parte das crianças, que deverá ser entregue no final do ano;Em dezembro, a denúncia do jornal "Le Monde" foi acompanhada por uma entrevista com pesquisador italiano Paolo Vecchia, do Departamento de Tecnologia e Saúde do Instituto Superior Sanitário, segundo o qual "pouco se sabe sobre as freqüências utilizadas no Wi-Fi".

Fonte: Ansa
Powered By Blogger

Who is?

Minha foto
Bibliófila inveterada.