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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Os intocáveis - 2012




Philippe resolve chamar Driss para um mês de treinamento já que ele é o único dentre os candidatos que não o olha de forma diferente. Mas essa escolha em nenhum momento se torna o centro da trama. O importante ali não é o tetraplégico do qual todos têm pena, mas a amizade entre dois homens com origens e concepções totalmente diferentes, e como essa cumplicidade acaba se tornando prazerosa e necessária para os dois.

O filme é baseado em uma história real sobre a relação entre um milionário tetraplégico e o seu enfermeiro. No Brasil, dois livros serão lançados junto ao filme: O segundo suspiro, que inspirou o filme, escrito pelo próprio Phillippe Pozzo di Borgo, e Você mudou a minha vida, versão da história do enfermeiro argelino Abdel Sellou. No Brasil, depois da excelente repercussão no Festival Varilux de Cinema Francês em agosto, o filme estreia em 110 salas, esperando repetir o sucesso que teve na França. E deve repetir.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Meia noite em Paris


Woody Allen sempre surpreende,desde que o personagem principal saltou da tela do filme em "A rosa púrpura do Cairo" (1985) o inesperado e o imaginário fez-se presente em sua obra, nos últimos anos. Agora, em "Meia-noite em Paris" mais um filme que encanta e homenageia a cidade luz, homenageia a cidade, os artistas, sejam eles, franceses, americanos, espanhóis que também se encantaram com a cidade e que a escolheram.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Fonte da Vida (2006)


O filme trata-se basicamente de um romance, com duas histórias, uma real, e outra imaginária. E se passa em três diferentes épocas, em 1500, 2000 e 2500. Em 2000, Tom é um médico, que pesquisa a cura para o câncer, e se depara com uma árvore anciã da América Central, que parece possuir efeitos que cancelam o envelhecimento, podendo inclusive rejuvenescer. Izzy, sua esposa tem câncer, escreve um livro, que conta a história da busca da árvore da vida pela Espanha. Ocorre que Izzy morre sem completar o livro, e antes de morrer, pede para que Tom o termine. Aqui, o espectador tem que começar pensar um pouco e ler as entrelinhas do filme para o entender.


Com a morte de Izzy, o médico fica extremamente frustrado, e continua a pesquisar a árvore anciã, afim de tornar as pessoas imortais. Em uma viagem para a Guatemala, ele tira um dos frutos dessa árvore e planta onde sua esposa está enterrada, e ali cresce uma árvore, e que como Izzy havia dito a ele, ela estava viva dentro daquela árvore. Essa árvore possuía os mesmos efeitos rejuvenescedores que a da Guatemala, e Tom se manteve vivo durante 500 anos se alimentando com um pedaço dessa arvore. Depois de 500 anos, ele descobre um meio de ir para Shibalba, onde Izzy renasceria e eles poderiam ficar juntos novamente. Durante esses 500 anos, Tom não foi capaz de terminar o livro de Izzy, e constantemente tinha visões de sua esposa pedindo para que ele o terminasse.

Quando estavam quase chegando a Shibalba, árvore, e Izzy, morrem novamente, e mais uma vez ele vê a imagem de sua esposa pedindo para que ele termine o livro. Então ele percebe que a vida eterna não pode existir, e ele apenas poderá ficar para sempre com Izzy se ele também morrer. Nesse momento ocorre o que para mim é a uma das melhores cenas que eu já vi em um filme… ele olha para ela e diz “eu vou morrer” e ambos sorriem… Então ele termina o livro dela, de modo a mostrar que a vida eterna não existe, e nesse momento, ele coloca de volta a aliança que achou anos depois de Izzy morrer, ele não havia a colocado desde então por causa da história do livr, onde a rainha pediu para o conquistador que apenas colocasse a aliança quando ele achasse a vida eterna, era o que ele pretendia fazer, apenas a colocaria de volta qdo trouxesse Izzy de volta a vida, mas como então percebeu que o único modo de ele conseguir viver para sempre ao lado de Izzy era apenas morrendo, ele percebe que finalmente encontrou a vida eterna, e coloca a aliança no dedo.

O filme termina, com a morte de ambos, no ano 2500.

sábado, 25 de junho de 2011

Ervas Daninhas – Alain Resnais - 2009

Filme com final surpreendente, ou diria finais?

Bom, brinca com todo o tipo de clichê do cinema francês, a descontrução do romance.... Conta a forma acidental com que Marguerite (Sabine Azéma), uma dentista de cabelos vermelhos que nas horas vagas é piloto de avião e Georges (André Dussollier), um homem misterioso que encontra a carteira que roubam de Marguerite
vai comprar sapatos, assim os ligando por uma mera casualidade.

Aclamado no festival de Cannes em 2009. Vale a pena ver os trailles, em que um comediante entrevista pessoas que participaram do filme. Simplesmente hilário! O filme é leve e nem parece que foi filmado por um diretor que tem mais de 60 anos de carreira.


domingo, 8 de maio de 2011

Facebook - A rede social

Confesso que somente agora assiste ao filme Facebook, que até concorreu ao Oscar. O filme conta a história de Mark Zuckerberg, diretor-executivo e cofundador do site Facebook, é baseada no livro do jornalista Ben Mezrich, The Acidental Billionaires e não teve o apoio da rede de relacionamentos. É um retrato crítico da geração 2.0 que descobriu que, ao chegar a idade adulta, descobre que interação humana não é necessária para haver interatividade.

Mark ao levar o fora de uma namorada a difama na rede interna de Havard e cria um site de comparação das garotas da Faculdade. A partir daí, obtém sucesso e é procurado para fazer um novo site de relacionamentos, rouba a idéia, cria o The Facebook, passa a perna no amigo Eduardo e depois vão todos brigar nos tribunais.

O filme intercala momentos presentes e as cenas nos tribunais com diálogos rápidos e um trilha sonora tensa. Gera um bom resultado para refletirmos sobre esta nova situação das redes,
interatividade, desta nova geração nascida da Internet.

domingo, 1 de maio de 2011

O Labirinto do Fauno


Um dos filmes mais tristes que assisti. Deixo uma análise junguiana do Blog Saindo da Matrix.



O feitiço do tempo

"O primeiro passo é o mais importante"

Comédia americana despretensiosa, de 1993. Nela, um repórter, interpretado por Bill Murray, acorda no mesmo dia em uma pequena cidade americana, no Dia da Marmota, o mais odiado por ele. E assim a cada dia, ele tira vantagens por saber o que acontece, se revolta, vai se desesperando por acordar todo dia no mesmo dia. Se mata, de todas as formas possíveis, mas nada acontece, acorda novamente no mesmo dia. Como se nada tivesse acontecido.

Acredito que vivemos este "feitiço do tempo" e somente nossas mudanças de atitudes em relação à vida e às pessoas que fará a nossa roda da vida girar novamente. E é exatamente isto que o personagem central faz. Em sua reforma íntima ele muda de um ser mal-humorado para um sujeito querido por todos, e até passa a ser visto com outros olhos pela mulher que ama.


sexta-feira, 11 de março de 2011

O Discurso do Rei

O cinema já retratou a vida de duas rainhas, Vitória e Elizabeth II, agora foi a vez do pai da atual rainha da Inglaterra, o rei George VI. Nunca pensou que fosse assumir o trono, pois era o segundo na linha de sucessão, mas é o que acaba acontecendo, após a abdicação do irmão, que havia se tornado rei recentemente com a morte do pai.

Antes não fosse só isso... O principal problema era que ele era gago. Como incentivar uma nação às vésperas da Segunda Grande Guerra, sem uma voz! O rádio era utilizado pelos monarcas para transmitir mensagens à nação. O filme ganhador do Oscar 2011, merecido, pois já quando ouvi falar deste filme, sabia que seria uma boa pedida.

Após passar por vários médicos, sem sucesso, sua esposa, Elizabeth o leva até o "terapeuta da fala", Lionel que ao tratá-lo de igual para igual, o ajuda tanto na fala quanto no temperamento, pois atua como psicólogo e acaba tornando-se seu amigo, amizade esta que durou por 26 anos, até a morte do Rei em 1952. Lionel faleceu dois anos depois. O filme se inspirou nos diários do Lionel que registrou o encontro e amizade dos dois e os seus métodos para ajudar ao Rei.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O som do coração

Um dos mais belos e delicados filmes que assisti. Como o poder da música pode reunir pessoas. A estória é sobre um garoto que quer reencontrar seus pais, pois vive em um orfanato. Ele compreende que somente através da música ele os reencontrará e aí que a estória fica interessante.

sábado, 13 de setembro de 2008

Aforismos


"Não se pode separar uma vida da outra, assim como não se separa a brisa do vento..."
___As cinco pessoas que você encontra no Céu

quinta-feira, 17 de julho de 2008

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Filme - Na Natureza Selvagem

Christopher J. McCandless (12 de fevereiro de 1968 - agosto de 1992) foi um viajante americano que morreu perto do Parque Nacional Denali depois de caminhar sozinho na selva alasquiana com pouca comida e equipamento. O autor Jon Krakauer escreveu um livro sobre sua vida, Na natureza selvagem, publicado em 1996, que em 2007 foi adaptado em um filme dirigido por Sean Penn, Na natureza selvagem, com Emile Hirsch como McCandless.
McCandless cresceu em Annandale,
Virginia. Seu pai, Walt McCandless, trabalhou para a NASA como um especialista em antenas. Sua mãe, Wilhelmina “Billie” Johnson, foi secretária de seu pai e depois ajudou Walt a fundar e dirigir uma bem sucedida empresa de consultoria.
Desde a primeira infância seus professores notaram que Chris era extraordinariamente enérgico. Conforme cresceu, ele uniu isso a um intenso idealismo e resistência física. No colegial, ele foi capitão da equipe de
cross-country onde ele estimulava seus companheiros a considerarem a corrida como um exercício espiritual no qual eles estavam “correndo contra as forças da escuridão… todo o mal do mundo, todo o ódio.”
Ele se graduou no W.T Woodson High School em 1986 e na Emory University em 1990, especializando-se em
história e antropologia. O fato de vir da classe média alta e ter sucesso acadêmico escondeu um crescente desprezo para o que ele viu como o materialismo vazio da sociedade americana. “No seu primeiro ano de faculdade chamaram-no para ser membro na Phi Beta Kappa, mas ele rejeitou já que fama e títulos são irrelevantes,” citado de Na natureza selvagem. Os trabalhos de Jack London, Leo Tolstoy e Henry David Thoreau tiveram grande influência sobre McCandless, e ele sonhava em deixar a sociedade para um período thoreauniano de contemplação solitária.
Depois de se graduar em Emory em 1990, ele deu seus $24,000 de economia como caridade para Oxfam International e começou a viajar pelo país, usando o nome “Alexander Supertramp.” McCandless fez sua rota pelo
Arizona, Califórnia, e Dakota do Sul, onde ele trabalhou numa máquina elevatória de grãos. McCandless alternou entre períodos relativamente fixos, nos quais ele foi bastante gregário e freqüentemente trabalhou num emprego, e passou tempos vivendo sem dinheiro e pouco ou nenhum contato humano, às vezes buscando por comida com sucesso na selva. Ele sobreviveu a diversas provações perigosas durante estes períodos selvagens, como perder seu carro na enchente relâmpago e fazer canoagem sozinho descendo trechos remotos do rio e ao longo do Golfo da Califórnia. McCandless obteve orgulho em sobreviver com o mínimo de equipamentos e fundos, e geralmente fez pouca preparação para suas expedições.
McCandless tinha sonhado com uma “
Odisséia Alasquiana” por anos: ele viveria livremente na região, muito distante da civilização, e manteria um diário descrevendo seu progresso físico e espiritual conforme encarasse as forças da natureza. Em abril de 1992 McCandless teve sucesso em viajar pedindo carona até Fairbanks, Alasca. Ele foi visto vivo pela última vez por James Gallien, que deu para ele uma carona de Fairbanks até Stampede Trail. Gallien ficou interessado por “Alex”, que tinha pouco equipamento e nenhuma experiência na mata alasquiana. Gallien tentou convencer “Alex” a adiar sua viagem e ainda ofereceu carona para ele até o ancoradouro para comprar equipamento adequado. McCandless recusou toda assistência exceto um par de botas de borracha, duas latas de atum e um saco de salgadinhos.
Após machar a Stampede Trail McCandless achou um ônibus abandonado usado como um escudo de caça deixado numa região coberta de vegetação da trilha perto do Parque Nacional Denali e começou sua tentativa de viver livremente na região. Ele carregou para o ônibus um saco de 5 kg de arroz, um riffle 22, muita munição, um livro da vida das plantas locais, diversos outros livros, e algum equipamento de camping. Ele assumiu que poderia colher plantas e caçar pássaros. Apesar de sua inexperiência como caçador, McCandless pegou algumas pequenas caças, pássaros e um
alce. Entretanto, suas tentativas de preservar a carne falharam.
Seu diário contém registros cobrindo um total de 113 dias diferentes. Esses registros cobrem do eufórico até o horrível, com mudança da sorte de McCandless. Depois de viver com sucesso no ônibus por diversos meses, Chris decidiu sair, mas encontrou a trilha de volta bloqueada pelo Rio Teklanika, que tinha inundado consideravelmente menos em abril.
Em 6 de setembro de 1992, dois trilheiros e um grupo de caçadores de alce acharam esta mensagem na porta do ônibus:
“S.O.S. Eu preciso de sua ajuda. Estou machucado, quase morto e fraco demais para sair daqui. Estou totalmente só, não estou brincando. Pelo amor de Deus, por favor, continuem tentando me salvar. Estou lá fora pegando frutas nas proximidades e devo voltar esta noite. Obrigado, Chris McCandless. Agosto?”
Seu corpo foi achado no seu saco de dormir dentro do ônibus. Ele estava morto há mais de duas semanas. A causa oficial da morte foi fome.
Jon Krakauer acredita que McCandless morreu por ingerir as sementes da batata selvagem (Hedysarum alpinum), que McCandless escreveu sobre comer e culpou por sua debilitante indisposição final.
Embora elas não são comumente conhecidas como venenosas, e a raiz da planta é comestível, há evidência de que as sementes contêm um alcalóide que impede o uso da glicose. Entretanto, Dr. Thomas Clausen da Universidade do
Fairbanks no Alasca conduziu testes extensivos na semente e constatou que não houve toxinas ou alcalóides. (Note que esta é a teoria que Krakauer apresenta em seu livro sobre McCandless, e difere da teoria anterior que ele relatou em seu artigo da revista Outside, sobre a segunda planta — Hedysarum boreale mackenzii, uma planta de ervilha de cheiro — assemelhando-se com a batata selvagem e conhecida por ser venenosas.)
Na edição mais recente do seu livro, Krakauer modificou sutilmente sua teoria com respeito à causa da morte de McCandless. Ele acredita que as sementes da batata selvagem estavam mofadas e foi o mofo que contribuiu para a toxicidade das sementes.
O livro de Krakauer fez McCandless uma figura heróica para muitos. Em 2002, o ônibus abandonado em Stampede Trail onde McCandless acampou se tornou um ponto turístico de aventura. O filme de
Sean Penn Na natureza selvagem, baseado no livro de Jon Krakauer, lançado em setembro de 2007 foi bem recebido pela crítica, incluindo quatro estrelas de diversos grandes críticos como Roger Ebert. Em 21 de outubro de 2007 o filme tinha 81% de avaliação ‘fresca’ na crítica de filmes do banco de dados do Tomates Podres. Um filme documentário sobre a viagem de McCandless feito pelo produtor de filmes independente Ron Lamothe, The Call of the Wild, também deve ser lançado em 2007. A história de McCandless também inspirou um episódio da série de TV Millenium e canções populares do cantor Ellis Paul, Eddie From Ohio e Harrod and Funck.
Diferente de Krakauer e muitos leitores de seu livro, que possuem em grande medida uma visão simpática de McCandless, alguns alasquianos possuem visões negativas tanto de McCandless e daqueles que romantizam sua morte. McCandless estava inconsciente de que vagões operados manualmente cruzavam o rio a 400 metros do Stampede Trail, enquanto um abrigo das redondezas estava estocado com alimentos de emergência, como descrito no livro de Krakauer. O guarda florestal do Parque Alasquiano Peter Christian escreveu: “Eu estou exposto continuamente ao que chamo de ‘fenômeno McCandless’. Pessoas, quase sempre homens jovens, vêm ao Alasca para se desafiarem contra um implacável cenário selvagem onde oportunidade de acesso e possibilidade de resgate são praticamente inexistentes… quando você considera McCandless da minha perspectiva, você logo vê que o que ele fez não foi nem particularmente corajoso, apenas estúpido, trágico e inconsiderado. Primeiro de tudo, ele gastou muito pouco tempo aprendendo como realmente viver na selva. Ele chegou em Stampede Trail sem ao menos o mapa da região. Se ele tivesse um bom mapa ele poderia ter saído andando dessa situação difícil… Basicamente, Chriss McCandless cometeu suicídio.”
Judith Kleinfeld escreveu no Notícias Diárias do Ancoradouro que “muitos alasquenses reagiram com raiva a essa estupidez. Você tem que ser um completo idiota, eles disseram, para morrer de fome no verão a 30 km de distância da estrada do parque.” Será??



Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Solaris


O que faria se fosse ao espaço e o seu estado de consciência ficasse alterado e reencontrasse pessoas que você sequer imaginaria?

Espetacular filme, pena que só vi a versão de 2002, adaptada da versão original russa, que seria um contraponto ao outro grande 2001, uma odisséia no espaço, de Kubrick.

Confira mais em: http://lunik9.blogspot.com/2007/11/solaris.html

sábado, 5 de abril de 2008

Across the Universe - The Beatles

D Bm F#m
Words are flowing out like endless rain into a paper cup
Em7 A7
They slither while they pass they slip away across the Universe.
D Bm F#m
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind
Em7 Gm
Possessing and caressing me.
D A7
Jai Guru Deva Om
A
Nothing's gonna change my world
G D
Nothing's gonna change my world
A
Nothing's gonna change my world
G D
Nothing's gonna change my world
D Bm F#m Em7
Images of broken light which dance before me like a million eyes
A7
They call me on and on across the Universe.
D Bm F#m
Thoughts meander like a restless wind inside a letterbox
Em7 A7
They tumble blindly as they make their way across the Universe.
D A7
Jai Guru Deva Om
A
Nothing's gonna change my world
G D
Nothing's gonna change my world
A
Nothing's gonna change my world
G D
Nothing's gonna change my world
D Bm
Sounds of laughter, shades of earth
F#m
are ringing through my opened ears
Em7 Gm
Inciting and inviting me.
D Bm F#m
Limitless, undying love which shines
Em7
around me like a million suns
A7
And calls me on and on across the Universe.
D A7
Jai Guru Deva Om
A
Nothing's gonna change my world
G D
Nothing's gonna change my world
A
Nothing's gonna change my world



"Palavras estão fugindo como - Chuva sem fim dentro de um copo de papel - Elas escorregam enquanto passam - Escapolem através do universo - Lagos de tristeza tremulam de alegria - Estão flutuando pela minha mente aberta - Me possuindo, me acariciando - Nada vai mudar meu mundo - Imagens de uma luz interrompida As quais dançam diante de mim como milhares de olhos - Que me convidam através do universo - Sinuosos pensamentos como um vento turbulento dentro de uma caixa de correio - Eles tombam cegamente como se fizessem seu caminho através do universo - Sons de risadas, sombras da terra - Estão surgindo através de minhas visões abertas - Me incitando, me convidando - Renascendo o amor sem limites - O qual brilha ao meu redor como milhares de sóis - Me convidando através do universo"

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